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quarta-feira, 18 fevereiro 2026

Carnaval expõe intolerância religiosa e política em desfile com verba pública, alerta psicóloga Marisa Lobo

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Análise aponta desfile de carnaval como palco para intolerância religiosa e escárnio explícito da família e dos evangélicos

O que foi apresentado na avenida durante o Carnaval não deve ser classificado unicamente como uma mera manifestação cultural. O espetáculo, que contou com significativo aporte de recursos federais, incluiu uma clara homenagem ao presidente Lula e encenou a ridicularização explícita de valores familiares e da comunidade evangélica.

A psicóloga Marisa Lobo, em análise publicada no Guiame, ressalta que a apresentação transcendeu a arte temática, configurando-se como um ato com forte conotação política. A exaltação de uma liderança governamental em um espaço custeado por contribuintes, incluindo cristãos, empurra o evento para o campo da militância ideológica, afastando-o de sua natureza cultural.

A situação se agrava quando valores religiosos são submetidos a uma representação caricata. Lobo aponta que o escárnio, definido como exposição ao ridículo e transformação de convicções sagradas em objeto de zombaria pública, não se trata de crítica legítima, mas de desprezo. A Escritura Sagrada, no Salmo 1:1, alerta sobre a bem-aventurança do homem que não se associa aos escarnecedores.

Quando a fé cristã e a instituição familiar, pilares estabelecidos divinamente como descrito em Gênesis 2:24, são apresentadas de forma depreciativa em rede nacional, a mensagem veiculada é de desprezo, e não de pluralidade. Provérbios 14:9 adverte que “os loucos zombam do pecado”.

A zombaria institucionalizada, especialmente em um evento que presta homenagem presidencial e conta com o aval político, deixa de ser uma expressão artística neutra para se tornar um gesto ideológico com intenção deliberada de desconstrução simbólica da identidade religiosa.

A Bíblia também adverte sobre a vinda de escarnecedores nos últimos dias, conforme registrado em 2 Pedro 3:3. A psicóloga lembra que a fé cristã sempre enfrentou oposição, citando Jesus em João 15:18: “Se o mundo vos odeia, sabei que primeiro do que a vós me odiou a mim.” Contudo, o escárnio em um evento financiado pelo Estado e associado à celebração de um chefe de Estado eleva a questão para o âmbito institucional, além do espiritual.

Lobo argumenta que um Estado laico não possui a prerrogativa de promover, direta ou indiretamente, a ridicularização de crenças professadas por milhões de cidadãos. Em consonância com Romanos 12:21, que orienta a vencer o mal com o bem, a resposta cristã esperada não é o ódio ou a violência, mas a firmeza e o posicionamento baseado na verdade.

A análise conclui que, embora o espetáculo carnavalesco e a conjuntura política sejam passageiros, a Palavra de Deus permanece, como afirma Isaías 40:8. Se a intenção política esteve presente no desfile, seu julgamento caberá à história e às instituições. Espiritualmente, o alerta é claro: o uso da cultura como instrumento de escárnio religioso expõe uma crise moral na sociedade, e não a fragilidade da fé ridicularizada. A Igreja e as famílias são encorajadas a permanecerem firmes, sem se intimidarem, e a continuarem buscando a verdade diante do deboche.

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