Bancada evangélica reage e exige retratação de radialista após ataque à Bíblia

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Frente Parlamentar Evangélica exige retratação de radialista de afiliada da Globo por ofensas à Bíblia

A Frente Parlamentar Evangélica (FPE) manifestou veemente repúdio, na terça-feira, 07 de abril, às declarações consideradas ofensivas proferidas pelo jornalista José Carlos Magdalena. As declarações ocorreram durante o programa Jornal da EP, veiculado pela rádio EP FM, afiliada da Globo em Araraquara, interior de São Paulo.

Em nota assinada pela presidente da FPE, deputada federal Greyce Elias (Avante-MG), a bancada afirmou que as falas de Magdalena ultrapassaram os limites da liberdade de expressão e da ética jornalística. O jornalista proferiu críticas à fé cristã e utilizou termos considerados vulgares e desrespeitosos contra a Bíblia e contra Deus.

Durante a transmissão, que repercutiu em trechos divulgados posteriormente, o radialista declarou que “a religião é demoníaca” e criticou o texto bíblico de forma contundente. Ele afirmou que a Bíblia “está errada” e a classificou como “uma bosta”, acrescentando que contém “um monte de criação, cada um colocou uma coisinha a mais”. Ao mencionar Deus, usou a expressão “Deus o cacete, cidadão!”.

Mesmo com um colega de programa alertando que as falas poderiam ser interpretadas como intolerância religiosa, Magdalena manteve sua posição e repetiu as ofensas. O jornalista chamou a Bíblia de “livrinho idiota”, “tudo besteira”, “tudo palhaçada” e “tudo idiotice”.

A Frente Parlamentar Evangélica destacou que as manifestações não devem ser tratadas como mera opinião pessoal. Segundo a nota oficial, as afirmações configuram um “ato de vilipêndio a objeto de culto religioso e uma agressão gratuita à consciência de fé do povo brasileiro”.

A Bíblia Sagrada é o fundamento ético e espiritual da nossa civilização e a bússola moral de milhões de famílias que a FPE representa com legitimidade no Parlamento.

Ao final do comunicado, a FPE solicitou uma retratação pública imediata por parte do jornalista e da emissora. A bancada também pediu providências por parte dos órgãos reguladores competentes.

A entidade concluiu afirmando que “a democracia exige respeito, e a fé cristã, baseada na verdade e no amor ao próximo, não será silenciada nem humilhada por ataques de tal natureza”.

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