Polícia desarticula plano terrorista de assassinar Trump com drones e snipers

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Autoridades dos EUA frustraram um grande plano terrorista coordenado para assassinar o presidente Trump e o vice-presidente Vance utilizando drones e snipers durante evento em Washington

Cinco homens foram detidos em quatro estados diferentes após o FBI interceptar uma conspiração que visava atacar a Casa Branca durante um evento de UFC. O plano coincidia com o aniversário de 80 anos do presidente Donald Trump.

Matt Quinn, do Serviço Secreto dos EUA, descreveu a trama como única pela quantidade de envolvidos e pelo nível de planejamento. Segundo documentos judiciais, a primeira etapa do ataque previa o uso de drones carregados com explosivos e atiradores de elite com o objetivo de atingir autoridades e outros presentes no evento.

Uma segunda fase da operação teria como meta a invasão dos portões da Casa Branca. O vice-presidente JD Vance classificou o ocorrido como um plano terrorista coordenado e agradeceu o trabalho das forças de segurança em frustrá-lo.

Um dos suspeitos, Tycen Proper, de 19 anos, do Ohio, teria gastado aproximadamente US$ 3.000 de seu dinheiro de formatura em armas, munições e equipamentos táticos. A mãe de Proper alertou as autoridades dias antes do evento, preocupada com as recentes compras de armas e comunicações online do filho.

As mensagens revelaram ódio expresso contra o presidente Trump, Israel e bilionários, além de visões antigovernamentais e extremistas. O FBI também descobriu um grupo de mensagens criptografadas no Signal, chamado “Hunters”, com 23 membros discutindo os planos.

O presidente Trump, o vice-presidente Vance e o bilionário Elon Musk foram identificados como alvos potenciais. O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, embora não estivesse presente, também foi listado.

Segundo Quinn, a ameaça era séria e o plano estava em andamento. Vance ressaltou que 23 pessoas não chegam a planejar um ataque terrorista em massa sem um financiamento e coordenação significativos.

O diretor do FBI, Kash Patel, afirmou que as agências de segurança foram informadas da ameaça a tempo de impedir o ataque. A investigação permanece ativa, com possibilidade de novas prisões e buscas.

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