Prisão nos EUA testemunha transformação espiritual profunda com batismo de detento tocado por Deus
Um presidiário nos Estados Unidos aceitou Jesus Cristo durante uma ação evangelística e foi batizado em uma cerimônia emocionante dentro da própria unidade prisional. O evento foi promovido pelo ministério prisional God Behind Bars, que registrou o momento em que o homem expressou ter sido profundamente tocado pela fé.
O ministério relatou, através de sua conta no Instagram, que o detento se aproximou com lágrimas, afirmando ter tido uma experiência direta com Deus. “Ele disse que Deus literalmente o tocou hoje. O Senhor o chamou hoje. Ele não conseguia parar de chorar”, compartilhou o God Behind Bars.
A decisão de entregar a vida a Cristo ocorreu após o detento sentir um “toque de Jesus”, levando-o a se ajoelhar e fazer sua entrega. Em seguida, ele manifestou o desejo de ser batizado, buscando assim uma nova caminhada espiritual após um período em que, segundo os cristãos, ele esteve “fugindo” da fé.
O batismo foi realizado em uma banheira improvisada na prisão, e o momento foi descrito como uma celebração da redenção e de uma nova vida com Deus. “Esse é o meu dia. Deus me tocou hoje. Eu não tenho palavras”, declarou o homem, visivelmente emocionado.
O ministério God Behind Bars, ativo desde 2009, tem como missão alcançar detentos e suas famílias com o Evangelho em parceria com igrejas americanas. A organização estima que mais de 1 milhão de presos já foram impactados por suas ações.
A organização destaca a importância de seu trabalho, considerando que a maioria dos presos será reintegrada à sociedade. “Tratamos esse problema com uma abordagem única de três etapas que se concentra nas necessidades físicas, espirituais e relacionais dos presos e suas famílias”, explicou o ministério.
O objetivo do God Behind Bars é oferecer esperança, restaurar vidas, construir fé, combater vícios e fortalecer laços familiares. “Não mediremos esforços para garantir que cada detento nos EUA tenha acesso direto e pessoal ao Evangelho”, concluiu o ministério, reforçando o compromisso de auxiliar os encarcerados no desenvolvimento da fé e na cura de traumas.
