Ativista de direitos humanos que deixou o Irã décadas atrás intensifica luta contra o regime e expõe radicalismo islâmico
Goldie Ghamari, ativista de direitos humanos e analista política, que deixou o Irã com sua família na infância devido à opressão, dedica-se atualmente a clamar por ações internacionais contra os abusos do regime islâmico em Teerã. Ela expressa convicção de que o fim do governo é iminente, focando agora na velocidade de sua queda. A declaração foi feita em entrevista à CBN.
Formada em Juris Doctor e ex-parlamentar canadense, Ghamari agora direciona sua atuação para a conscientização sobre o que descreve como “Irã ocupado, terrorismo islâmico e jihad”. Ela acredita que o radicalismo praticado pelo regime iraniano, com a opressão e assassinato de dezenas de milhares de seus próprios cidadãos, acabou por gerar um efeito contrário.
“O regime acabou, tudo o que importa é a rapidez com que ele cairá.”
Goldie Ghamari
Ghamari relatou à CBN que a República Islâmica obteve sucesso em fazer com que os próprios iranianos passem a “desprezar o Islã”. A ativista teve seu nome associado à acusação de “islamofobia” pelo Conselho Nacional de Muçulmanos Canadenses (CAIR Canada) após expor o radicalismo islâmico e o antissemitismo no Canadá.
Em sua participação no programa 700 Club, Ghamari discutiu a situação interna do Irã e o que seria necessário para derrubar o regime islâmico, que ainda detém controle sobre as forças militares e o aparato de inteligência do país. Anteriormente, ela já havia falado à CBN News sobre relatos de até 30.000 manifestantes mortos pelo regime e sobre a possibilidade de a revolta iraniana derrubar o governo.


