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sábado, 21 fevereiro 2026

Trump sinaliza possível ação militar contra o Irã nos próximos 10 dias, mas também promete bilhões para reconstrução de Gaza e paz

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Tensão no Oriente Médio Trump considera ação militar contra o Irã nos próximos 10 dias e promete bilhões para Gaza

O presidente dos Estados Unidos sinalizou que uma decisão sobre ação militar contra o Irã pode ser tomada nos próximos dez dias, em meio a um cenário de guerra e paz no Oriente Médio. Paralelamente, ele se comprometeu com bilhões de dólares para a reconstrução de Gaza e a busca por um caminho pacífico na região. As forças americanas e israelenses estão em prontidão diante dos desdobramentos.

Militares dos EUA indicaram que um ataque ao Irã poderia ocorrer já neste sábado, embora o presidente esteja avaliando as opções disponíveis. A possibilidade de um ataque inicial, com o objetivo de forçar o Irã a atender demandas nucleares, foi reportada pelo The Wall Street Journal. As opções de um ataque limitado incluem instalações nucleares e de mísseis balísticos, além de líderes políticos e militares iranianos, visando a possível derrubada do governo.

O documento também aponta para um distanciamento nas negociações, com o Irã resistindo em limitar seu programa de mísseis balísticos e defendendo seu direito ao enriquecimento nuclear. Trump declarou que “Agora é a hora de o Irã se juntar a nós em um caminho que completará o que estamos fazendo”. Ele acrescentou que “Se eles se juntarem a nós, será ótimo. Se não se juntarem a nós, também será ótimo, mas será um caminho muito diferente”.

Em caso de guerra em larga escala, o Comando Central dos EUA estima que a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) poderia ser desmantelada em poucas horas. A União Europeia adicionou formalmente a IRGC à sua lista de organizações terroristas. Em contrapartida, o Irã alertou a ONU que, se atacado, considerará todas as bases e ativos hostis na região como alvos legítimos.

Para conter possíveis ataques iranianos, o porta-aviões USS Gerald R. Ford está posicionado próximo à costa de Israel, com a missão de proteger Tel Aviv e Haifa. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que “Estamos preparados para qualquer cenário. E uma coisa é certa: se os aiatolás cometerem um erro e nos atacarem, eles enfrentarão uma resposta que nem conseguem imaginar”.

Paralelamente aos planos de guerra, o Conselho para a Paz, responsável por decidir o futuro de Gaza, realizou sua primeira reunião em Washington. O presidente Trump comprometeu US$ 17 bilhões para a reconstrução da Faixa de Gaza. O plano do conselho também prevê a atuação de mais de 30.000 soldados e policiais internacionais para substituir as tropas israelenses em Gaza.

Israel reiterou que nenhuma retirada de tropas ocorrerá sem o desarmamento do Hamas. O Ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Sa’ar, detalhou as exigências, que incluem a desativação de todas as armas, infraestrutura terrorista, túneis subterrâneos e instalações de produção de armamentos. Ele também enfatizou a necessidade de um processo fundamental de desradicalização, com o fim da doutrinação de crianças palestinas ao ódio e à violência em instituições educacionais e religiosas.

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